Relacionamento

Os dez mandamentos do Casal

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Sejamos atenciosos um com o outro, na convivência, nos problemas e nas aspirações.

1. Evitem irritar-se ao mesmo tempo.

2. Não gritem um com o outro.

3. Não queira ganhar na discussão, se isso tiver que acontecer, deixe que o outro vença.

4. Se for inevitável chamar a atenção do parceiro (a), chame-a com amor.

5. Não traga para as discussões os erros do passado, o que passou, passou, viva o agora!

6. A displicência com qualquer pessoa é tolerável, menos com o parceiro (a).

7. Nunca vão dormir sem ter resolvido o problema ou pelo menos chegado a um acordo.

8. Uma vez ao dia dizer ao outro uma palavra carinhosa.

9. Cometendo um erro, saber admiti-lo e pedir desculpas.

10. Quando um não quer, dois não brigam.

Fonte: Minha Vida

Penélope Angell

 

terça 18 agosto 2009 18:24 , em Relacionamento


Quem é quem manda em casa: você ou seu cão?

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"Quem manda na sua casa? Você ou seus filhos?" Assim o líder espartano Licurgo esculhambou a democracia. Não é possível viver sem obedecer a alguém, de Deus ou Lênin para baixo, sejam guardas de trânsito, gerentes e subgerentes, patroas, síndicos, maestros, curadores, editores... E é preciso deixar claro sobre quem é que manda e quem é que obedece, bem como a possibilidade de negociações e entendimentos entre mandantes ou mandados, inclusive cães e seus donos, isso se o dono for a pessoa que trouxe o cão para casa e não o cão.

Sempre afirmo que devemos cuidar de nossos amigos caninos como cuidamos de nossas crias humanas. A criança é a rainha do lar até a página 142: ela precisa ter limites quanto à hora de dormir, consumo de guloseimas e tranqueiras, permanência na internet ou volume do aparelho de som. Do mesmo modo, o cão deve ser educado de acordo com o ambiente em que residir, obedecendo ao(s) dono(s), respeitando visitas, assustando intrusos e não mastigando ou bulindo no que não deve. E não importa se ele tem raça definida ou se é genérico de parece-que-não-sei, nem se foi comprado com linhagem de dois metros de papel ou encontrado na rua. Tamanho também não é documento, muito menos desculpa para deixar o bicho tomar conta. Por exemplo, um enorme e respeitável Akita vive muito bem em um apartamento não muito grande, bastando que o(a) "kainushi" lhe dê oportunidades suficientes para passeio e exercício. E nem precisa ser um Akita, "mochiron"!

A questão pode ser resumida e resolvida em poucas e curtas palavras: isso mesmo, as famosas ordens de comando como "Não!", "Junto!", "Fica!", "Pra lá!", sucintas e objetivas, ditas com bondade, mas com firmeza. Não é preciso ser nenhum General Patton ou Dona Chucruts com pau de macarrão, muito menos apelar para chineladas ou tapas. E nunca é demais lembrar a famosa parceria de São Tiago com Jimmy Cliff: essa mesma, a frase "let your yeah be yeah and your no be no", que seu "sim" seja "sim" e seu "não" seja "não"; nada de se deixar vencer pelo charme daqueles olhões sofredores e rabo abanando. Eu mesmo aprendi a negociar com Fredy, meu genérico de dálmata, que, sempre que me vê sentando à mesa para escrever, vem enfiando a cabeça em meu colo para pedir atenção e carinho (agora o editor sabe por que às vezes estouro o prazo em quinze minutos para entregar o texto); passo uns cinco minutos conversando com Fredy e fazendo-lhe cafuné; então me levanto, digo "Fredy, vai pra lá!" e ele se afasta (ao menos pelo tempo suficiente para não me fazer atrasar o texto em mais quinze minutos). Para quem não gosta de cães do tipo "grudento", próximo demais, que segue o dono por toda parte, o comando "fica!" também é muito útil. Um exemplo é quando você precisa ir à cozinha ou ao banheiro e quer que o cão se mantenha na sala ou no quintal. "Dessa forma, além de o cão se acostumar com as sua ausências temporárias, perceberá que você volta se ele precisar latir ou arranhar a porta", lembra Alexandre Rossi, expert em comportamento animal e meu vizinho na revista 'Cães & Cia'.

Tanto no mundo animal como no racional, a maioria é quem manda (aliás, este é o assunto de nosso próximo texto). Às vezes deixamos nosso amor pelos bichos levar a melhor e tentamos colocar em casa todos os cães e/ou gatos do mundo, tornando-nos então minoria humana. Um exemplo é o da cantora e produtora fonográfica Tereza Miguel, que nos últimos sete anos recolheu das ruas a cadela Nara e meia dúzia de varões caninos: Sarney, Bonitão, Neve, Orelha, Junior e Billy. E conseguiu, embora a custo, fazer com que eles parassem de fazer "backing vocal" durante as gravações do estúdio que tem em casa, na região Norte paulistana. Aos poucos Tereza vai negociando outros detalhes com eles. "O Billy costuma fazer cocô no tapete que fica na frente das casinhas. E não adianta brigar. Ele fica tão envergonhado quando chamo sua atenção que acabo relevando. Nem ligo mais", diz ela. "Sei que eles fariam tudo pra me agradar se conseguissem entender tudo o que digo a eles. Ainda bem que entendem várias palavras: 'Cala a boca!', 'Chega de latir!',

'Pra dentro!', 'Pra cima!' e as duas palavras que eles, com certeza, mais gostam de ouvir: 'Vamos passear?' Como ficam felizes! É uma festa! E um barulho também. Não param de latir. É um verdadeiro inferno para os meus vizinhos. E eu, feito uma desequilibrada, fico gritando inutilmente com eles: 'Cala a boca!' Nesse momento, eles não me obedecem. Um dia, quero ganhar o suficiente para pagar uma dessas pessoas especializadas em cães, as tais passeadoras profissionais."

Mas é bom mandarmos outras pessoas mandarem em nossos bichos? "Um dia, eu estava na rua com a Nara, o Sarney e o Bonitão", conta Tereza, "quando vi um esses passeadores caminhando apressadamente com cerca de seis cães. As guias estavam encurtadas de tal forma que os cães caminhavam tropeçando uns nos outros. Imagino que o comprimento das guias era de vinte centímetros, mais ou menos. Assim, os pobres cães ficavam com suas cabeças extremamente próximas. Mal podiam caminhar e, ainda assim, tinham de seguir os passos apressados do 'passeador profissional'. Pareciam estar sendo punidos, como alguém puxado pela orelha, e não passeando. Não havia aquela expressão de felicidade em seus olhos. Havia angústia e mal estar. Isso não é passeio, é castigo, pensei. Para passear minha filha e filhos adotivos, prefiro usar guias longas, de mais de dois metros, que encolho e solto conforme a necessidade. Já ouvi alguns adestradores afirmando que a guia deve ser curta, que o 'animal' deve ficar alguns centímetros atrás do dono ou dona, para entender que quem manda é o ser humano e não o ser canino. Se a guia for longa e o 'animal' andar na frente do humano, vai acreditar que quem manda é ele e não o humano. "

Tereza continua seu relato: "Bom, eu não tenho esse complexo de inferioridade. Não faz a menor diferença se minha cadela e meus cães acreditam que mandam em mim. Aliás, na hora do passeio, há uma liderança compartilhada, que se verifica pelo comprimento da guia. Gosto de ver meus bichinhos com o máximo de liberdade para caminhar. A guia longa dá a eles a sensação de mais espaço. Não ficam tolhidos por estarem perto demais das minhas pernas. Ficam mais soltos e mais felizes. Bem que eu gostaria de caminhar com eles sem as guias. Infelizmente, é perigoso. Eis aí, enfim, nossa liderança compartilhada: eu os levo para passear com guias longas e eles retribuem caminhando para todos os lados, de tal forma que as guias ficam completamente embaraçadas. Daí, para que possam continuar se movendo felizes e despreocupados, ficam parados, porque eu peço, esperando que eu as desembarace para continuarmos nosso passeio.

Será que é por isso que os adestradores profissionais preferem guias curtas? Não por causa da liderança dos humanos, mas por causa do trabalho que dá passear vários cães com guias longas? Pense nisso: se você paga algum passeador profissional para levar seu cão ou cadela para passear, exija que o passeio seja feito com guia longa. Não caia nessa conversa de liderança humana. A hora do passeio é sagrada para o seu bichinho de estimação - é o momento dele. É como quando vamos ao teatro, ao cinema, ao restaurante. Gostamos e precisamos igualmente desses passeios humanos. Sem guia curta. Afinal, já estamos suficientemente adestrados e sabemos voltar pra casa na hora mais adequada. Às vezes nos perdemos por aí. Mas acabamos voltando para nossos filhos e filhas adotivas, que sempre nos oferecem toda a felicidade do mundo guardada em seus corações amorosos: a felicidade de nos ver voltar." Tereza resume com uma sugestão: "Vamos compartilhar essa nossa liderança: nós os conduzimos, com guias longas, e eles se divertem cheirando tudo ao seu redor."

Enfim, tudo na vida é negociação, e podemos mandar em nossos animais de estimação sem oprimi-los. Pode reparar: gatos e pintinhos tentam fugir quando segurados à força, mas ficam horas em nossa mão ou colo se não os tentarmos prender; o cão é mais submisso, mas tem limites. Se soubermos mandar e comandar, eles saberão obedecer. Se compartilharmos o comando, melhor ainda. E, já que comecei citando um grande especialista em governo, Licurgo de Esparta, terminarei citando outro, Abraham Lincoln: "Nenhuma pessoa é suficientemente boa para governar outra pessoa sem o consentimento desta outra pessoa." Muito menos para governar um bicho de estimação...

Fonte: Yahoo

Namastê.
Fonte: Penélope Angell (The Little Butterfly)

 

 

terça 07 julho 2009 19:25 , em Relacionamento


Cuide do seu Relacionamento!

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Não se deve esquecer que em um relacionamento existem duas forças condutoras: a de uma pessoa e seu parceiro. Quando as duas convergem num mesmo sentido, elas se somam e se potencializam, com o pode de construir algo bom, se forem direcionadas nesse sentido.
Tudo o que é construído no início de um relacionamento serão os pilares que irão sustentá-lo a partir de então.
Existem cinco estágios que são muito importantes num relacionamento:
 
1- Sinceridade
 
A sinceridade de uma pessoa com ela mesma e com o parceiro é, sem dúvida, o primeiro passo para manter um relacionamento saudável.
Quando o casal é sincero com sua relação ela fica mais clara, transparente, isso traz a vontade de saber a respeito do parceiro, saber sobre seus sentimentos, desejos, a sinceridade vem acompanhada de muitos alicerces que levam a relação a prosperar.
 
2- Mudança do EU para o Nós
 
Quando uma pessoa inicia um relacionamento ela precisa mudar a sua maneira de perceber o mundo, é preciso deixar de entender a vida sob sua perspectiva individualista e passar a entender tudo sob uma nova óptica. Deve-se passar a ver o mundo através de “quatro olhos”, e não mais através de dois.
Apesar de cada um possuir sua própria estrutura,  é fundamental começar a compreender as coisas e a pensar nelas como se o parceiro estivesse analisando junto, pois a vida passa a ser trilhada por um casal, e não mais por um indivíduo isolado.
Essa nova óptica leva a pessoa que ama a agregar novos valores a sua vida, valores que trazem felicidade ao parceiro, é preciso buscar sempre o bem estar do companheiro.
“Sonho que se sonha só é só um sonho que se sonha só. Mas sonho que se sonha junto é realidade” (Raul Seixas – Prelúdio).
 
3- Pactos Inconscientes
 
Os pactos inconscientes nascem o tempo todo na mente de uma pessoa, sem nenhuma confirmação de seu parceiro de que eles estão “em vigência”.
O que acontece é que, muitas vezes, uma pessoa toma como verdade para o casal aquilo que ela acredita ser o melhor ou mais correto, sem consultar o parceiro. Ela passa a acreditar que as regras que criou valem para o casal.
É importante expor o que cada um dos dois acham correto em um relacionamento e juntos decidirem um melhor caminho.
 
4- S.A.C.
 
Quando surgem os desentendimentos entre os casais, surgem as discussões. O SAC vai além de apenas escutar o parceiro em uma discussão, mas ouvir com eficácia.
É vencendo juntos os problemas que surgem que torna o casal mais forte. Os problemas sempre irão surgir em um relacionamento, e é para isso que o SAC existe, para que eles possam ser resolvidos em conjunto.
“O rio atinge seu objetivo porque aprendeu a contornar os obstáculos” – Lao-Tse.
O Sac é uma ferramenta que além de visar à solução de problemas instalados, pode e deve ser usada para prevenção de problemas, demonstrando atenção e aplicação, por parte de quem se dedica em realizar, para construir um relacionamento saudável.
 
5- Os Pactos Conscientes
 
Para criá-los é preciso diálogo. Uma vez que o casal promete um ao outro cumprir o que foi acordado, se frustrado isso trará muitos problemas futuros. O ideal é sempre conversar e buscar um acordo “legal” onde ambas as partes irão cumprir e trazer apenas benefícios ao relacionamento, que neste caso tende a crescer.
 
Lembrando-se diariamente de alguns conceitos
Além de fatos específicos de sua particularidade, existem alguns conceitos gerais a respeito dos relacionamentos que devem ser lembrados todos os dias por uma pessoa para que ela tenha atitudes positivas frente ao parceiro.
È importante administrar o relacionamento, mesmo que se tem um bom relacionamento, com raízes fortes, estruturado em bases sólidas, é bom sempre fazer ajustes.
Quando um casal já está formado ele esta em uma fase sem fim: a manutenção do relacionamento. E por que isso é importante?
Por que a manutenção garante um relacionamento saudável, forte e firmado em terra firme.
É importante que a pessoa valorize as oportunidades de nutrir seu relacionamento, para que cada vez que estiver ao lado do parceiro ela “plante uma semente” de prosperidade e união entre os dois, é preciso se movimentar para realizar um trabalho.
“Ação nem sempre pode lhe trazer felicidade. Mas não existe felicidade sem ação”.
 É preciso lutar pelo que se quer. Os relacionamentos devem ser construídos cuidados, tratados, trabalhados e respeitados todos os valores que o fundamentam. É preciso conquistas diárias e simultâneas.
 
O efeito bola de neve (Positivo)
Quem gosta “de verdade” cuida do seu parceiro, zela por seu bem estar, deseja o melhor para ele e faz de tudo para estar ao seu lado com qualidade. Esse sentimento limpo cria uma bola de neve positiva.
 
Cada casal com suas prioridades e seus valores
Uma pessoa não deve achar que os valores que ela traz de outros relacionamentos são válidos para o atual. Cada pessoa possui seus próprios valores, fazendo com que seja impossível que os mesmos fatores sejam importantes para casais diferentes, formados por pessoas diferentes, que se uniram em situações diferentes.
Cabe ao casal determinar as atitudes “facultativas” que para eles são valiosas.
 
Apesar das diferenças, alguns valores preponderam sempre
Atenção, carinho, dedicação, romantismo, afeto, educação, amor, amizade, cumplicidade e muitos outros fatores positivos são sempre muito bem vindos em um relacionamento.
 
“Balanços” periódicos
A cada novo momento de um relacionamento é preciso que se dedique algum tempo de reflexão a respeito de como ele esta.
Um processo de reflexão é importante, principalmente, porque renova sentimentos verdadeiros que levaram o casal a se unir. Essas reflexões podem ser realizadas em conjunto com o parceiro, onde um pode sugerir ao outro para que se lembre de momentos marcantes na relação.
Quem ganha nesse jogo é o casal!
 
Cumprindo diariamente algumas tarefas
É preciso buscar a realização diária de todas as “tarefas” citadas a seguir :
 
1- Um pouco de romantismo não faz mal a ninguém
 
O romantismo é um fator que pode trazer muitos benefícios aos relacionamentos.
É valiosíssimo sempre estar encontrando meios de deixar o parceiro apaixonado, demonstrando a ele gestos de amor.
 
2- Ressaltando sempre os aspectos positivos
 
Nunca é bom argumentar muito tempo a respeito de um problema, mas sim argumentar brevemente a respeito de uma solução e mudar a atenção do companheirismo para algo positivo, que o agrade sempre o raciocínio desse companheiro a fatores positivos do relacionamento, deixando-o positivamente estimulado.
 
3- Uma pessoa só tem uma chance de provar seus sentimentos.  
 
As oportunidades de uma pessoa expressar seus sentimentos são únicas.
Não se deve pensar no quanto as mudanças podem parecer difíceis, mas sim no quanto elas são importantes, e como vão trazer benefícios após serem implementadas.
 
4- Uma pessoa não deve ser tão previsível como um semáforo...
 
Ninguém gosta de muita monotonia. A criatividade num relacionamento é algo que, definitivamente, depende da atenção para com o parceiro.
 
A vida esta passando, e o amor é sem dúvida um dos melhores frutos que ela propicia. Cada um é responsável pelo que constrói.
 
 Passos da Proteção
 
1- “Quando há confiança nenhuma prova é necessária. Quando não há nenhuma é possível.”
Falhas que, geralmente, quebram regras fundamentais dos parceiros é a mentira, falsidade, violência e tudo o que possa ser inaceitável para alguém. A traição faz com que a pessoa traída perca a confiança em quem a traiu.
A principal meta a ser cumprida num relacionamento amoroso é não causar danos ao “ser amado”.
 
2-
É muito importante que os relacionamentos sejam fundamentados em diálogos.
Pessoas que se antecipam a possíveis problemas, com certeza levam vantagem, pois os evitam e estão mais preparadas quando estes problemas aparecem.
 
3-
A calma é um patrimônio valioso em um relacionamento.
A melhor maneira de resolver um conflito é não permitir que ele surja.
 
4- Atenção
Dar atenção a o parceiro e ao relacionamento significa “estar ligado” ao que acontece na vida amorosa.
 
5-Companheirismo
Tem que ter companheirismo! Diálogo é sempre útil! É preciso ceder.
São as pequenas demonstrações que fazem o amor algo tão fascinante e belo.
 
6- Respeito
Protegem um relacionamento tanto o respeito mútuo dentro do casal como a busca pela proteção ao respeito do outro, quando colocado em situação que não o agrada. Quem ama respeita!
Amar é acima de tudo respeitar e, por esse motivo, quem não respeita o outro não sabe amar de verdade. A felicidade do companheiro é o objetivo maior.
Respeitar é também explicar as coisas de maneira carinhosa. É preciso permitir que o respeito prospere entre os dois, é preciso paciência para conversar e entender o parceiro, cuidar e cuidar. É preciso proteger o relacionamento por todos os lados.
  
Nunca é tarde para melhorar o relacionamento colocando mais demonstrações de amor nele.
 
Namastê,

Penélope Angell (The Little Butterfly).

quinta 21 maio 2009 11:12 , em Relacionamento


Feliz dia do amigo!

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Saudades de vocês!

Se tem bigodes de foca
Nariz de tamanduá
-Parece meio estranho, heim!
Também um bico de pato
E um jeitão de sabiá...

Mas se é amigo
Não precisa mudar
É tão lindo
Deixa assim como está
E eu adoro, adoro
Difícil é a gente explicar
Que é tão lindo...

Se tem bigodes de foca
Nariz de tamanduá
-E orelhas de camelo, né tio?
-É!
Mas se é amigo de fato
A gente deixa como ele está...

É tão lindo!
Não precisa mudar
É tão lindo!
É tão bom se gostar
E eu adoro!
É claro!
Bom mesmo é a gente encontrar
Um bom amigo...

São os sonhos verdadeiros
Quando existe amor
Somos grandes companheiros
Os três mosqueteiros
Como eu vi no filme...

É tão lindo!
Não precisa mudar
É tão lindo!
Deixa assim como está
E eu adoro e agora
Eu quero poder lhe falar
Dessa amizade que nasceu
Você e eu!
Nós e você!
Vocês e eu!
E é tão lindo!...

Namastê

Penélope Angell

sábado 18 abril 2009 09:14 , em Relacionamento


Volte a ser criança e ganhe leveza no dia-a-dia!

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Eu lí esta reportagem e adorei. Quero dividir.

Ser adulto é chato. Difícil encontrar quem, diante de tantas responsabilidades, nunca tenha pensado nisso e sonhe em voltar para os dias em que as obrigações eram apenas ir para a cama no horário e fazer a lição de casa. A tarde jogando videogame, as brincadeiras de rua e as guloseimas na sobremesa tornavam a infância uma fase bastante divertida e ficam na memória.

Mas a graça não precisa ficar restrita às suas lembranças. Volta e meia, o resgate de algum desse s hábitos pode adoçar a sua rotina e torná-la mais agradável. A infância e as memórias que ficaram guardadas dentro de cada um são um tesouro maravilhoso. Conseguir, mesmo depois de adulta, brincar como criança é admirável e ainda contribui com a sua saúde mental , afirma a psicanalista Dorli Kamkhagi. Abaixo, você encontra algumas sugestões de passatempos para matar as saudades.

Pirulito e chiclete
Quem disse que adulto também não chupa pirulito? Claro, nada de abrir um desses no meio de uma reunião da empresa. Mas, em situações informais, o doce até tem um charme. Há festas em que eles são distribuídos aos convidados e é fácil encontrar pirulitos até nas lanchonetes das empresas. Mas a recomendação de criança ainda vale: nada de ficar sem escovar os dentes.

Rumo ao videogame
O videogame, principalmente para os homens, não é apenas um volta à infância, mas sinal de que a competição  ainda está em alta. Nos games o que acontece é diferente: existe algo de competição, de estímulo, de luta. O competidor entra no jogo com o impulso de ganhar e vencer explica a especialista. Para aproveitar essa atividade de forma a relembrar a infância, é preciso tentar manter essa competição de lado , sugere.

Amarelinha, pular corda e pique-esconde
Ver adultos pulando corda parece estranho. Mas a companhia dos sobrinhos, filhos, netos e afilhados pode ajudar a quebrar a vergonha na brincadeira. Além de divertida, ela é saudável e revela como anda o seu condicionamento físico.

Assistir a desenhos
Existe alguma coisa mais gostosa do que uma rodada de pipoca ou chocolate acompanhada de uma sessão de desenhos animados? Aproveite as manhãs dos finais de semana e levante da cama direto para frente da TV. Mas nada de abandonar as obrigações em nome da folia. A idéia é, simplesmente, passar o tempo livre de maneira inusitada.

Colecionar bonecos
As coleções de bugigangas infantis podem resgatar diversas lembranças. Dá para recriar histórias, recordar suas peripécias de menino e ainda dividir as memórias com a família e os amigos.

Ler gibi
Ler é maravilhoso em qualquer idade e as narrativas infantis e têm uma simplicidade que cativam todos os adultos. Vale ler gibis antigos ou passar na banca para conhecer as novidades. Se você tem crianças em casa, organize uma tarde de leituras e não economize nas risadas.

Criança ou criancinha
Recuperar as memórias da infância é divertido, mas precisa de limites. Crescer impõe muitas responsabilidades e é difícil manter uma relação com adultos infantilizados demais. A brincadeira não pode ter exageros, evitando o comportamento infantilizado que pode estar mascarando outras dificuldades. Por exemplo, gostar de assistir a desenhos infantis pode ser algo muito prazeroso, mas um adulto que só assiste a filmes de Tom e Jerry precisa pensar por que o universo adulto não está sendo atraente diz Dorli Kamkhagi.

Fonte: Minha vida
Foto: josevianafilho

Namastê

Penélope Angell

quinta 16 abril 2009 13:38 , em Relacionamento


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