Bolo de Maçã com Canela

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Bom dia pessoal!!!!!

Ontem fiz esse bolo e ficou maravilho! Então estou dividindo com vocês!

Ingredientes:

1/2 xícara de óleo
3 ovos
2 xícaras de farinha de trigo peneirada
3 maçãs com casca, picada
2 xícaras de açúcar
1 colher (sobremesa) de fermento em pó
1/2 colher (sopa) de canela em pó
Manteiga para untar
Canela em pau e 1 maçã cortada em fatias e em tirinhas para decorar

Modo de preparo:

No liquidificador, junte todos os ingredientes começando com os líquidos e bata até obter uma mistura homogênea. Em

uma forma de buraco no meio de 23 cm de diâmetro, untada com manteiga e polvilhada com farinha, leve ao forno

moderado (180 ºC), preaquecido, por 30 minutos ou até que, ao enfiar um palito no centro, este saia seco. Deixe amornar

e desenforme. Sirva decorado com a canela em pau e fatias e tirinhas de maçã. Rende 20 porções.

A maçã é rica em pectina, fibra solúvel em água que auxilia no controle dos níveis de colesterol no sangue. 

Beijos

Penélope Angell (The Littler Butterfly)

 

quinta 30 julho 2009 10:45 , em Receitinhas


Amizade...

Dedico essa pequena mensagem minha aos meus amigos e à todos os amigos que existem.

Surpreendo-me com o ser humano a cada dia.
Como as pessoas se vendem por um preço de miséria...
A vida vale muito mais que míseros trocados que você pode não precisar deles mais amanhã.
A vida é única, as amizades também.
Veja só esse mundo que vivemos... Uma época em que amigos agora são virtuais...  Acabaram-se os telefonemas, as cartinhas, as visitas... Aumentou a solidão, a falta de alguém para conversar quando precisamos e quando apenas queremos falar ou não... E-mail... Isso é muito frio...
Adoro a tecnologia, só penso que não deveria destruir o relacionamento do ser humano.
Não nascemos para vivermos sozinhos. Precisamos uns dos outro...
 
Assim é a vida.
 
Os amigos que temos precisamos preservar, amizades verdadeiras estão em extinção!

Cuide bem dos seus amigos (as)!

Abraços.

Penélope Angell
(The Little Butterfly)

terça 28 julho 2009 10:55 , em Mensagens


E por falar em rock and Roll... Hoje vou ligar meu som bem alto e comemorar com muito ROCK AND ROLL!

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Origens do Rock
 
Essencialmente híbrido na origem, o rock music inclui elementos de vários estilos de música americana: o blues acompanhado da guitarra black; o blues e o ritmo black, produzidos com solos de saxofone; a música góspel branca e negra; a música country e western; o som dos cantores de rádio popular e os grupos de harmonia. Em 1954-55, epóca de seu surgimento, o rock era mais conhecido como "rock'n'roll". Após 1964, ele era simplesmente chamado de "rock music". Essa mudança na terminologia indica uma continuidade e ao mesmo tempo um rompimento com o período anterior; o rock não servia somente para dançar. Também nessa época, a música foi influenciada pelos grupos britânicos, assim como os Beatles.

Os anos 50: Bill Haley e o Rock'n'Roll

A primeira gravação rock'n'roll que obteve popularidade nacional foi "Rock Around the Clock" produzida por Bill Haley e The Comets, em 1955. Harley fez sucesso ao criar uma música voltada para a juventude, que incluía suas batidas empolgantes, a necessidade de se dançar e o efeito de suas letras. A melodia era claramente tirada por sua guitarra elétrica; as letras eram normais e simples. Haley acabou abruptamente como a ascendência das baladas suaves e sentimentais, que eram populares nos anos 40 e início dos 50. Ele também obteve êxito ao utilizar o ritmo black e o blues, de forma que o público de adolescentes brancos pudesse entender.

O blues, e o "rhythm and blues", também eram identificados como adultos, sexuais, revoltados e únicos pela cultura negra, por isso foram aceitos tanto emocional como comercialmente, sem precisar de adaptações. A principal gravadora havia anos que produzia gravações apenas para o público black, por isso era chamada de "race records". O surgimento do rock'n'roll trouxe um significante enfraquecimento na resistência da cultura negra. O incomparável rock'n'roll black que Haley criou, pode ser ouvido em produções sexualmente adultas de artistas como Hank Ballard e os Midnighters ("Work with Me, Annie") ou o "Grande" Joe Turner ("Shake, Rattle, and Roll"), ou no último som adaptado por Haley para um público branco que é "Dance with Me, Henry".

O rock'n'roll foi feito para ou sobre os adolescentes. Suas letras traziam temas comuns da adolescência: escola, carros, férias, pais e o mais importante, amor. Os principais instrumentos do velho rock'n'roll eram a guitarra, o baixo, o piano, a bateria e o saxofone. Todos os aspectos da música - sua batida pesada, a sonoridade, as letras auto-absorvidas e a liberação da loucura - indicavam uma rebeldia dos adolescentes pelos valores e autoridade dos adultos. Entre os influenciadores dos anos 50 estavam Chuck Berry ("Johnny B.Goode"), Little Richard ("Good Golly Miss Molly"), Sam Cooke ("You Send Me"), Buddy Holly ("Peggy Sue"), Jerry Lee Lewis ("Great Balls of Fire") e Carl Perkins ("Blues Suede Shoes").
 
Final dos anos 50 e início dos 60: Elvis, Motown e a Invasão Britânica

O maior símbolo do rock'n'roll entre 1956 e 1963 foi Elvis Presley, um motorista de caminhão de Tupelo, Miss., que tornou-se cantor. Sua liberação melancólica e sexual atraía diretamente o público jovem, enquanto que horrorizava os mais velhos. Como o rock'n'roll havia se tornado um sucesso financeiro, as gravadoras que o consideravam uma coqueluche, começaram a garimpar novos cantores; eles geralmente faziam sucesso ao comercializar as suas músicas mais rebeldes. No final dos anos 50, por exemplo, estavam na moda as canções sentimentalmente mórbidas, assim como "Laura" e "Teen Angel".

Nesta época, Detroit tornou-se um centro importante para os cantores negros, então, surgiu um certo tipo de música conhecida como "Motown" [motor town], que foi nomeada pela Motown Records. O estilo é caracterizado por uma pessoa que canta canções melódicas e impressionistas, acompanhada de um grupo elegante com harmonias compactas e articuladas. Os expoentes populares deste estilo são: Temptations, Smokey Robinson e o Miracles, Diana Ross e o Supremes, e. Gladis Knight e o Pips.
O rock music tornou-se popular novamente em 1962, com o surgimento dos Beatles, um grupo de quatro rapazes com cabelos longos, de Liverpool, Inglaterra. No início, eles foram aclamados por suas energias e personalidades individuais atraentes, e não pela inovação de suas canções, que tiveram influência de Berry e Presley. A popularidade deles inevitavelmente incentivou outros grupos com nomes anormais. Um dos mais importantes destes grupos foi o Rolling Stones, cuja música derivou da tradição black do blues. Estas bandas britânicas instigaram o retorno às raízes blues do rock'n'roll, apesar de já possuírem características mais barulhentas e eletrônicas.
 

Final dos anos 60 e início dos 70: Anos Dourados do Rock

Uma importante transformação do rock ocorreu em 1965, no Newport Folk Festival, quando Bob Dylan, um notável compositor e escritor de canções poéticas populares e letras de protesto social como "Blowin' in the Wind", apareceu tocando uma guitarra, acompanhado por sua banda de rock eletrônico. Assim, o folk-rock ocupa o seu espaço, com grupos que utilizam arranjos e cantores de rock, os quais compõem letras poéticas para suas canções (exemplo, "Norwegian Wood" e "Eleanor Rigby" dos Beatles). O arranjo do The Byrds da música "Mr. Tambourine Man" de Bob Dylan, é um clássico do folk-rock. Bandas como The Mamas And The Papas; Peter, Paul and Mary; Donovan; e The Lovin Spoonful tocavam um tipo música que foi classificado como folk-rock.

Canções de Protesto e a Cultura das Drogas

Nos anos 60, a música espelhava as tensões da Guerra do Vietnã e desempenhava um importante papel na cultura americana. O conteúdo verbal das canções de rock traziam rebeliões, protestos sociais, sexo e principalmente drogas. Muitos grupos, entre eles o Jefferson Airplane e o Grateful Dead, tentavam expressar na música, o sentimento aural das drogas psicodélicas, produzindo sons longos, repetitivos e esquisitos com letras surreais (conhecidos como "acid rock" ou "hard rock").

Em 1967, os Beatles novamente fizeram história com o álbum Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, que, além de incluir canções que alertavam sobre as drogas, apresentava um corpo com peças interligadas, que constituía um todo orgânico. Ele foi considerado o primeiro "conceito de álbum". Outros trabalhos subseqüentes a este e com a mesma tendência foram o musical rock Hair (1968) e a ópera rock Tommy, composta e tocada pelo The Who.

O Rock Vem Com a Idade

No final dos anos 60, o rock estava amplamente relacionado a um importante padrão musical. Músicos como Miles Davis e John McLaughlin, e grupos como Traffic Or Blood, Sweat e Tears tentaram unir o rock ao jazz, enquanto que outros artistas como Leonard Bernstein e Frank Zappa queriam conectar o rock à música clássica. Os grupos que se destacavam pelos seus guitarristas, dentre eles Jimi Hendrix, Eric Clapton, Duane Allman e Jimmy Page, continuaram a executar variações com temas blues clássicos, utilizando instrumentos tradicionais do rock'n'roll.

De 1967 para frente, os festivais de rock começaram a entrar na sua melhor fase, pois milhares de jovens os freqüentavam justamente para ouvir rock music. A maioria destes festivais pacíficos e bem sucedidos foi realizada em Woodstock, N.Y., em agosto de 1969. Porém, mais tarde, um evento semelhante, que trazia os Rolling Stones e foi realizado em Altamont, Califórnia, foi marcado por vários incidentes violentos que foram filmados, houve até um assassinato. Por volta de 1970, várias celebridades do rock - Janis Joplin, Jim Morrison e Jimi Hendrix - morreram por excesso de drogas. As características andrógenas e perigosas passadas pelos Rolling Stones foram levadas ao extremo pelos artistas Alice Cooper e David Bowie, que, talvez, eram mais famosos pela ambigüidade sexual e comportamento fora do comum, em suas músicas.

Final dos anos 70 até hoje: Punk Rock, Video Music e Roqueiros de Meia Idade

Um fato importante do rock ocorreu no final dos anos 70 com o punk rock, que foi uma resposta a estagnação do gênero e um protesto político niilístico. Iniciou-se, evidentemente, na Grã Bretanha, por bandas como Sex Pistols e The Clash. O punk rapidamente tornou-se popular nos EUA. No início dos anos 80, o rock music havia se modificado consideravelmente. O Black Flag, o Dead Kennedys e outros grupos também adotaram temas de protestos políticos para compor suas músicas.

Durante os anos 80, os vídeos se tornaram um forma popular de promoção e entretenimento. Porém, no final dos anos 80, várias bandas, inclusive Nirvana, Pearl Jam e Mudhoney, continuaram seguindo a linha do punk rock, utilizando temas políticos e celebrando a própria falta de virtuosidade técnica. Nos anos 90, velhas bandas, entre elas o Grateful Dead e o Rolling Stones, tornaram a conquistar popularidade, não só dos jovens, mas também de muitos fãs de meia idade.

13 de julho - Dia Internacional do Rock!

Mas porque 13 de julho? Foi no dia 13 de julho de 1985 que um cara chamado Bob Geldof, vocalista da banda Boomtown Rats, organizou aquele que foi sem dúvida o maior show de rock da Terra, o Live Aid - uma perfeita combinação de artistas lendários da história da pop music e do rock mundial.
Além de contar com nomes de peso da música internacional, o Live Aid tinha um teor mais elevado, que era a tentativa nobre de conseguir fundos para que a miséria e a fome na África pudessem ser pelo menos minimizadas. Dois shows foram realizados, sendo um no lendário Wembley Stadium de Londres (Inglaterra) e outro no não menos lendário JFK Stadium na Filadélfia (EUA).

Os shows traziam um elenco de megastars, como Paul McCartney, The Who, Elton John, Boomtown Rats, Adam Ant, Ultravox, Elvis Costello, Black Sabbath, Run DMC, Sting, Brian Adams, U2, Dire Straits, David Bowie, The Pretenders, The Who, Santana, Madona, Eric Clapton, Led Zeppelin, Duran Duran, Bob Dylan, Lionel Ritchie, Rolling Stones, Queen, The Cars, The Four Tops, Beach Boys, entre outros, alcançando uma audiência pela TV de cerca de 2 bilhões de telespectadores em todo o planeta, em cerca de 140 países. Ao contrário do festival Woodstock (tanto o 1 como o 2), o Live Aid conseguiu tocar não somente os bolsos e as mentes das pessoas, mas também os corações.

No show da Filadélfia, Joan Baez abriu o evento executando "Amazing Grace", com cerca de 101 mil pessoas cantando em coro o trecho "eu estava perdido e agora me encontrei, eu estava cego e agora consigo ver". Este show marcou também a única reunião dos três sobreviventes da banda Led Zeppelin, Robert Plant, Jimmy Page e John Paul Jones, com a presença ilustre de Phil Collins na bateria.

No final deste show, Mick Jagger e Tina Turner juntos, cantando "State of Shock" e "It's Only Rock and Roll", com Daryl Hall, John Oates e os ex-integrantes dos Temptations, David Ruffin e Eddie Kendrichs fazendo os backing vocals. Foi realmente um momento único na história do ROCK!

O Live Aid conseguiu em 16 horas de show acumular cerca de 100 milhões de dólares, totalmente destinados ao povo faminto e miserável da África. Isso é a cara do ROCK AND ROLL!

E por falar em rock and Roll..... Hoje vou ligar meu som bem alto e comemorar com muito ROCK AND ROLL!

Fonte: portaldorock e Euzinha!!!!

Namastê.
Fonte: Penélope Angell (The Little Butterfly)

segunda 13 julho 2009 12:00 , em Curiosidades


Dê garfadas no mau humor durante as refeições.

Blog de vidanaturezaeboasenergias :Vida, Natureza e Boas Energias!, Dê garfadas no mau humor durante as refeições.

Não é o caso de pensar em garfadas de salmão ou em tabletes de chocolate como antídoto para curar crises freqüentes de rabugice. Mas também não dá para negar os efeitos da alimentação no seu humor, basta pensar nas caretas que você faz quando bate a fome e não dá tempo de comer. "Quando ficamos muito tempo sem comer, há uma diminuição na liberação de serotonina, substância química responsável pela transmissão dos impulsos nervosos entre os neurônios. Essa diminuição causa aquele mau humor insuportável", afirma a nutricionista Daniela Cyrulin, do Instituto Saúde Plena.

Mas a confusão não fica por aí. Quem se alimenta mal tende mal humorado, pois o organismo libera mais cortisol, hormônio que ajuda a aumentar as taxas de açúcar do sangue e que, em alta quantidade, causa mau humor. "Por isso os carboidratos são muito importantes: o combustível do cérebro é a glicose, que é o produto da digestão dos carboidratos. Portanto, os carboidratos geram energia e são responsáveis pelo bom funcionamento do cérebr", explica a nutricionista.

Cair de boca num prato de açúcar, no entanto, está longe de ser uma boa idéia. De acordo com o ranking elaborado no Projeto Food and Mood (algo como Alimentação e Humor), realizado no Reino Unido, o açúcar refinado é o pior inimigo do seu bem-estar. Isso acontece porque a absorção dele é muito rápida, causando um pico repentino de euforia. "Como a concentração de glicose cai logo, a energia do corpo diminui bruscamente, você sente moleza e mau humor", afirma Daniela.

A dica, então, é privilegiar na dieta os alimentos que, de alguma maneira, têm relação com a síntese, a ativação e o aumento de liberação de alguns neurotransmissores ligados ao humor, como a serotonina. "A alimentação possui um grande papel na regulação do humor, já que a falta de alguns alimentos e seus respectivos nutrientes pode levar a mecanismos que levam ao mau humor", afirma a nutricionista.

Sabor de equilíbrio
Alguns alimentos, por outro lado, ajudam a alcançar a estabilidade emocional. É o caso daqueles ricos em ômega-3, ácido graxo que equilibra as quantidades de dopamina e serotonina no cérebro (duas substâncias responsáveis pela sensação de felicidade). Peixes gordos de água fria, como o salmão e o arenque, são fonte de ômega-3 e devem ser incluídos na sua dieta (eles participam das refeições de pacientes que tratam a depressão, por exemplo).

O chocolate também aparece como opção para aplacar a irritação. O segredo dele está na teobromina, estimulante que aumenta a liberação de serotonina e, consequentemente, a sensação de bem-estar. Mas vá com calma, porque o chocolate também contém glicose e gorduras (e ambas podem derrubar o seu alto astral).

Dose extra de vitaminas
As vitaminas estão diretamente ligadas ao bom humor. Mas o ideal é obter as doses de que você precisa a partir da alimentação. "Os suplementos são indicados apenas nos casos em que há problemas na absorção ou quando a dieta deixa a desejar", afirma a nutricionista Mariana Jacob, da Casa Movimento. As vitaminas do complexo B ajudam na síntese dos neurotransmissores enquanto a vitamina C age na absorção do ferro (o mineral está presente nos glóbulos vermelhos, responsáveis pela oxigenação do organismo. A falta de vitamina C, portanto, pode comprometer as funções do organismo e, portanto, inflar o seu mau humor).

 Dieta do sorriso
Laranja, acerola e agrião: são fontes de vitamina C. Devem ser consumidos crus, pois o cozimento e a exposição à luz oxidam a vitamina, fazendo-a perder as propriedades.

Carne: fonte de proteínas e do aminoácido triptofano. Imaginando que a serotonina é um muro, o triptofano é um dos tijolos presentes nele. A proteína possui também a tirosina, outro aminoácido, que tem relação com a adrenalina (neurotransmissor que afeta o humor). Mas prefira as carnes magras, de fácil digestão.

Óleo de girassol: fonte de ácidos graxos ômega-6

Atum, lentilha, pimenta: fonte das vitaminas do complexo B, usadas na síntese dos neurotransmissores e atuantes na transformação de glicose em energia

Arroz integral: carboidrato complexo. Prefira os carboidratos complexos, que contêm cromo.

Sementes de abóbora: ricas em magnésio e potássio, minerais que afastam a fadiga e trazem o bom humor.

Castanha do Pará: rica em selenio, que está relacionado à regulação do humor.

Fonte: Minha Vida
Namastê.
Fonte: Penélope Angell (The Little Butterfly)

segunda 13 julho 2009 11:50 , em Beleza e saúde


Quem é quem manda em casa: você ou seu cão?

Blog de vidanaturezaeboasenergias :Vida, Natureza e Boas Energias!, Quem é quem manda em casa: você ou seu cão?

"Quem manda na sua casa? Você ou seus filhos?" Assim o líder espartano Licurgo esculhambou a democracia. Não é possível viver sem obedecer a alguém, de Deus ou Lênin para baixo, sejam guardas de trânsito, gerentes e subgerentes, patroas, síndicos, maestros, curadores, editores... E é preciso deixar claro sobre quem é que manda e quem é que obedece, bem como a possibilidade de negociações e entendimentos entre mandantes ou mandados, inclusive cães e seus donos, isso se o dono for a pessoa que trouxe o cão para casa e não o cão.

Sempre afirmo que devemos cuidar de nossos amigos caninos como cuidamos de nossas crias humanas. A criança é a rainha do lar até a página 142: ela precisa ter limites quanto à hora de dormir, consumo de guloseimas e tranqueiras, permanência na internet ou volume do aparelho de som. Do mesmo modo, o cão deve ser educado de acordo com o ambiente em que residir, obedecendo ao(s) dono(s), respeitando visitas, assustando intrusos e não mastigando ou bulindo no que não deve. E não importa se ele tem raça definida ou se é genérico de parece-que-não-sei, nem se foi comprado com linhagem de dois metros de papel ou encontrado na rua. Tamanho também não é documento, muito menos desculpa para deixar o bicho tomar conta. Por exemplo, um enorme e respeitável Akita vive muito bem em um apartamento não muito grande, bastando que o(a) "kainushi" lhe dê oportunidades suficientes para passeio e exercício. E nem precisa ser um Akita, "mochiron"!

A questão pode ser resumida e resolvida em poucas e curtas palavras: isso mesmo, as famosas ordens de comando como "Não!", "Junto!", "Fica!", "Pra lá!", sucintas e objetivas, ditas com bondade, mas com firmeza. Não é preciso ser nenhum General Patton ou Dona Chucruts com pau de macarrão, muito menos apelar para chineladas ou tapas. E nunca é demais lembrar a famosa parceria de São Tiago com Jimmy Cliff: essa mesma, a frase "let your yeah be yeah and your no be no", que seu "sim" seja "sim" e seu "não" seja "não"; nada de se deixar vencer pelo charme daqueles olhões sofredores e rabo abanando. Eu mesmo aprendi a negociar com Fredy, meu genérico de dálmata, que, sempre que me vê sentando à mesa para escrever, vem enfiando a cabeça em meu colo para pedir atenção e carinho (agora o editor sabe por que às vezes estouro o prazo em quinze minutos para entregar o texto); passo uns cinco minutos conversando com Fredy e fazendo-lhe cafuné; então me levanto, digo "Fredy, vai pra lá!" e ele se afasta (ao menos pelo tempo suficiente para não me fazer atrasar o texto em mais quinze minutos). Para quem não gosta de cães do tipo "grudento", próximo demais, que segue o dono por toda parte, o comando "fica!" também é muito útil. Um exemplo é quando você precisa ir à cozinha ou ao banheiro e quer que o cão se mantenha na sala ou no quintal. "Dessa forma, além de o cão se acostumar com as sua ausências temporárias, perceberá que você volta se ele precisar latir ou arranhar a porta", lembra Alexandre Rossi, expert em comportamento animal e meu vizinho na revista 'Cães & Cia'.

Tanto no mundo animal como no racional, a maioria é quem manda (aliás, este é o assunto de nosso próximo texto). Às vezes deixamos nosso amor pelos bichos levar a melhor e tentamos colocar em casa todos os cães e/ou gatos do mundo, tornando-nos então minoria humana. Um exemplo é o da cantora e produtora fonográfica Tereza Miguel, que nos últimos sete anos recolheu das ruas a cadela Nara e meia dúzia de varões caninos: Sarney, Bonitão, Neve, Orelha, Junior e Billy. E conseguiu, embora a custo, fazer com que eles parassem de fazer "backing vocal" durante as gravações do estúdio que tem em casa, na região Norte paulistana. Aos poucos Tereza vai negociando outros detalhes com eles. "O Billy costuma fazer cocô no tapete que fica na frente das casinhas. E não adianta brigar. Ele fica tão envergonhado quando chamo sua atenção que acabo relevando. Nem ligo mais", diz ela. "Sei que eles fariam tudo pra me agradar se conseguissem entender tudo o que digo a eles. Ainda bem que entendem várias palavras: 'Cala a boca!', 'Chega de latir!',

'Pra dentro!', 'Pra cima!' e as duas palavras que eles, com certeza, mais gostam de ouvir: 'Vamos passear?' Como ficam felizes! É uma festa! E um barulho também. Não param de latir. É um verdadeiro inferno para os meus vizinhos. E eu, feito uma desequilibrada, fico gritando inutilmente com eles: 'Cala a boca!' Nesse momento, eles não me obedecem. Um dia, quero ganhar o suficiente para pagar uma dessas pessoas especializadas em cães, as tais passeadoras profissionais."

Mas é bom mandarmos outras pessoas mandarem em nossos bichos? "Um dia, eu estava na rua com a Nara, o Sarney e o Bonitão", conta Tereza, "quando vi um esses passeadores caminhando apressadamente com cerca de seis cães. As guias estavam encurtadas de tal forma que os cães caminhavam tropeçando uns nos outros. Imagino que o comprimento das guias era de vinte centímetros, mais ou menos. Assim, os pobres cães ficavam com suas cabeças extremamente próximas. Mal podiam caminhar e, ainda assim, tinham de seguir os passos apressados do 'passeador profissional'. Pareciam estar sendo punidos, como alguém puxado pela orelha, e não passeando. Não havia aquela expressão de felicidade em seus olhos. Havia angústia e mal estar. Isso não é passeio, é castigo, pensei. Para passear minha filha e filhos adotivos, prefiro usar guias longas, de mais de dois metros, que encolho e solto conforme a necessidade. Já ouvi alguns adestradores afirmando que a guia deve ser curta, que o 'animal' deve ficar alguns centímetros atrás do dono ou dona, para entender que quem manda é o ser humano e não o ser canino. Se a guia for longa e o 'animal' andar na frente do humano, vai acreditar que quem manda é ele e não o humano. "

Tereza continua seu relato: "Bom, eu não tenho esse complexo de inferioridade. Não faz a menor diferença se minha cadela e meus cães acreditam que mandam em mim. Aliás, na hora do passeio, há uma liderança compartilhada, que se verifica pelo comprimento da guia. Gosto de ver meus bichinhos com o máximo de liberdade para caminhar. A guia longa dá a eles a sensação de mais espaço. Não ficam tolhidos por estarem perto demais das minhas pernas. Ficam mais soltos e mais felizes. Bem que eu gostaria de caminhar com eles sem as guias. Infelizmente, é perigoso. Eis aí, enfim, nossa liderança compartilhada: eu os levo para passear com guias longas e eles retribuem caminhando para todos os lados, de tal forma que as guias ficam completamente embaraçadas. Daí, para que possam continuar se movendo felizes e despreocupados, ficam parados, porque eu peço, esperando que eu as desembarace para continuarmos nosso passeio.

Será que é por isso que os adestradores profissionais preferem guias curtas? Não por causa da liderança dos humanos, mas por causa do trabalho que dá passear vários cães com guias longas? Pense nisso: se você paga algum passeador profissional para levar seu cão ou cadela para passear, exija que o passeio seja feito com guia longa. Não caia nessa conversa de liderança humana. A hora do passeio é sagrada para o seu bichinho de estimação - é o momento dele. É como quando vamos ao teatro, ao cinema, ao restaurante. Gostamos e precisamos igualmente desses passeios humanos. Sem guia curta. Afinal, já estamos suficientemente adestrados e sabemos voltar pra casa na hora mais adequada. Às vezes nos perdemos por aí. Mas acabamos voltando para nossos filhos e filhas adotivas, que sempre nos oferecem toda a felicidade do mundo guardada em seus corações amorosos: a felicidade de nos ver voltar." Tereza resume com uma sugestão: "Vamos compartilhar essa nossa liderança: nós os conduzimos, com guias longas, e eles se divertem cheirando tudo ao seu redor."

Enfim, tudo na vida é negociação, e podemos mandar em nossos animais de estimação sem oprimi-los. Pode reparar: gatos e pintinhos tentam fugir quando segurados à força, mas ficam horas em nossa mão ou colo se não os tentarmos prender; o cão é mais submisso, mas tem limites. Se soubermos mandar e comandar, eles saberão obedecer. Se compartilharmos o comando, melhor ainda. E, já que comecei citando um grande especialista em governo, Licurgo de Esparta, terminarei citando outro, Abraham Lincoln: "Nenhuma pessoa é suficientemente boa para governar outra pessoa sem o consentimento desta outra pessoa." Muito menos para governar um bicho de estimação...

Fonte: Yahoo

Namastê.
Fonte: Penélope Angell (The Little Butterfly)

 

 

terça 07 julho 2009 19:25 , em Relacionamento


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